Coworking cresce e impulsiona mercado imobiliário

07.junho.2019
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Coworking cresce e impulsiona mercado imobiliário

Coworking cresce e impulsiona mercado imobiliário

Primeiramente, você já sabe o que é coworking?

O coworking surgiu nos Estados Unidos, em 2005, quando o engenheiro de software Brad Neuberg criou uma comunidade de trabalho com os amigos.

É um conceito diferente de trabalho e que se expande a cada dia pelo mundo. Trata-se do uso de escritórios compartilhados, voltados principalmente para profissionais independentes, que necessitam de um local de trabalho, mas com um baixo investimento.

Lembrando que o coworking também é indicado para empresas que planejam reduzir seus custos.

Coworking cresce e impulsiona mercado imobiliário

O Coworking  se tornou a alternativa ideal para profissionais que precisam otimizar custos na locação de um espaço, por exemplo. Segundo dados do censo da Coworking Brasil, os escritórios compartilhados movimentaram R$ 127 milhões no país em 2018 – um aumento de 57% em relação ao ano anterior. O número de espaços cresceu 48% – de 810 para 1.194 unidades, enquanto a quantidade de estações de trabalho chegou a 88 mil em 2018 – um aumento de 57% ante 2017.

O coworking atende à crescente demanda por espaços reduzidos e econômicos. A proposta é ideal para empreendedores de pequenos negócios, profissionais envolvidos com startups, freelancers. Além daqueles que necessitam de mais flexibilidade para uso de escritórios para além das estruturas tradicionais. Para Izidro Ceolin Filho, coordenador do curso Técnico em Transações Imobiliárias do Senac EAD, esse modelo estimula a rotatividade dos estabelecimentos comerciais e diminui a chance de ficarem ociosos. Esse tipo de escritório, segundo o especialista, contribui para o networking entre profissionais alocados em um mesmo espaço. “Vejo com otimismo o coworking, pois o formato promove a captação de clientes, incentiva parcerias e novos negócios”, observa.

Assim como diversos segmentos, o próprio mercado tem contribuído com o crescimento do coworking. Segundo Izidro, há, hoje, a venda de franquias imobiliárias para pessoas físicas, onde o corretor pode ter o seu ambiente de trabalho independente da imobiliária. O franqueado pode utilizar o sistema de relacionamento com o mercado da franquia via internet. Além de contar com o suporte da rede. “Em nosso ramo de atuação, as necessidades não são muito diferentes da de outros profissionais autônomos. Uma vez que muitos corretores não precisam de uma estrutura fixa para trabalhar”, completa.

Fonte: E-Commerce News

 

 

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